II
DOMINGO DA PÁSCOA
Domingo da Divina Misericordia
(Cor Litúrgica: Branca)
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao
presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.
1. CÂNTICO INICIAL
O Senhor Ressurgiu!
O Senhor ressurgiu,
aleluia, aleluia!
É o Cordeiro Pascal, aleluia, aleluia!
Imolado por nós, aleluia, aleluia!
É o Cristo, o Senhor, ele vive e venceu, aleluia!
1. O Cristo,
Senhor ressuscitou
A nossa esperança realizou
Vencida a morte para sempre
Triunfa a vida eternamente!
2. O Cristo remiu
a seus irmãos
Ao Pai os conduziu por sua mão
No Espírito Santo unida esteja
A família de Deus, que é a Igreja!
2. ANTÍFONA (1Pd 2,2)
Como crianças
recém-nascidas, desejai o puro leite espiritual para crescerdes na salvação,
aleluia!
3. SAUDAÇÃO INICIAL
Chegando ao altar e feita a devida reverência,
beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se
dirigem às cadeiras. Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de
pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito
Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
Pres: O Deus da divina miserícordia vos conceda sua paz, a
presença do Cristo vos ressuscite, e o amor santificador do Espirito Santo
esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no
amor de Cristo.
4. ATO PENITÊNCIAL
Pres: No dia em que celebramos a vitória de Cristo
sobre o pecado e a morte, também nós somos convidados a morrer para o pecado e
ressurgir para uma vida nova. Reconheçamos-nos necessitados da misericórdia do
Pai. (Silêncio)
Pres: Confessemos
os nossos pecados.
Ass: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós,
irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões,(batendo no peito) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à
Virgem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus,
nosso Senhor.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de
nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O
povo responde:
Ass: Amém.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de
nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O
povo responde:
Ass: Amém.
Pres: Senhor,
tende piedade de nós.
Ass: Senhor,
tende piedade de nós.
Pres: Cristo,
tende piedade de nós.
Ass: Cristo,
tende piedade de nós.
Pres: Senhor,
tende piedade de nós.
Ass: Senhor,
tende piedade de nós.
5. HINO DE LOUVOR
Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino
de Louvor.
O hino é prescrito aos domingos, exceto no tempo do
Advento e da Quaresma. Recita-se nas solenidades e festas e ainda em
celebrações especiais mais solenes.
Gloria a Deus nas
Alturas (Eliana Ribeiro)
GLÓRIA A DEUS NAS
ALTURAS
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS, DEUS PAI TODO
PODEROSO
NÓS VOS LOUVAMOS
NÓS VOS BENDIZEMOS
NÓS VOS ADORAMOS
NÓS VOS GLORIFICAMOS
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS, POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, TENDE PIEDADE
DE NÓS
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, ACOLHEI A
NOSSA SÚPLICA
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE
PIEDADE DE NÓS
SÓ VÓS SOIS SANTO
SÓ VÓS O SENHOR
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO
COM O ESPÍRITO SANTO
NA GLÓRIA DE DEUS PAI. AMÉM!
6. ORAÇÃO DA COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o
sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio por um
tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços
reza a oração conforme abaixo em Oração da Coleta:
Ó Deus de eterna misericórdia, que reacendeis a
fé do vosso povo na renovação da festa pascal, aumentai a graça que nos destes.
E fazei que compreendamos melhor o batismo que nos lavou, o espírito que nos
deu nova vida e o sangue que nos redimiu. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso
Filho, na unidade do Espírito Santo.
ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
(Ouvir o Senhor)
7. PRIMEIRA LEITURA
Leitor: Primeira Leitura (At 4,32-35)
Leitura dos Atos
dos Apóstolos:
32A
multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava como
próprias as coisas que possuía, mas tudo entre eles era posto em comum. 33Com grandes sinais de poder, os
apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus. E os fiéis eram
estimados por todos.
34Entre
eles ninguém passava necessidade, pois aqueles que possuíam terras ou casas,
vendiam-nas, levavam o dinheiro, 35e o colocavam aos pés dos apóstolos. Depois, era
distribuído conforme a necessidade de cada um.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
8. SALMO
RESPONSORIAL (Sl 117)
— Dai graças ao
Senhor, porque ele é bom; “eterna é a sua misericórdia!”
— Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; “eterna
é a sua misericórdia!” (Todos)
— A casa de Israel
agora o diga:/ “Eterna é a sua misericórdia!”/ A casa de Aarão agora o diga:/
“Eterna é a sua misericórdia!”/ Os que temem o Senhor agora o digam:/ “Eterna é
a sua misericórdia!”
— A mão direita do
Senhor fez maravilhas,/ a mão direita do Senhor me levantou,/ a mão direita do
Senhor fez maravilhas!
— Não morrerei,
mas ao contrário, viverei/ para cantar as grandes obras do Senhor!/ O Senhor
severamente me provou,/ mas não me abandonou às mãos da morte.
— A pedra que os
pedreiros rejeitaram/ tornou-se agora a pedra angular./ Pelo Senhor é que foi
feito tudo isso:/ que maravilhas ele fez a nossos olhos!/ Este é o dia que o
Senhor fez para nós,/ alegremo-nos e nele exultemos!
9. SEGUNDA LEITURA
Leitor: Leitura da Primeira Carta de São João:
Caríssimos: 1Todo o que crê que Jesus é o Cristo,
nasceu de Deus, e quem ama aquele que gerou alguém, amará também aquele que
dele nasceu.
2Podemos
saber que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus
mandamentos. 3Pois
isto é amar a Deus: observar os seus mandamentos. E os seus mandamentos não são
pesados, 4pois todo o que nasceu de Deus vence o
mundo. E esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé.
5Quem
é o vencedor do mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus? 6Este é o que veio pela água e pelo
sangue: Jesus Cristo. (Não veio somente com a água, mas com a água e o sangue.)
E o Espírito é que dá testemunho, porque o Espírito é a Verdade.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
10.
ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO
Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA (2x)
ACREDITASTES, TOMÉ,
PORQUE ME VISTE,
FELIZES OS QUE CRERAM SEM TER VISTO!
Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso,
coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se
diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em
teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai
e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote,
inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o
coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
ANÚNCIO DO EVANGELHO
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao
ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas,
e diz:
Diác ou Sac: O
Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou
o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e
no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus
Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.
19Ao
anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos
judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e,
pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.
20Depois
dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se
alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o
Pai me enviou, também eu vos envio”.
22E,
depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito
Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes
serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”.
24Tomé,
chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe
depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos
pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a
mão no seu lado, não acreditarei”.
26Oito
dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé
estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles
e disse: “A paz esteja convosco”.
27Depois
disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e
coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu
Deus!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque
me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”
30Jesus
realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos
neste livro. 31Mas
estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus,
e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o
sacerdote diz:
Diác
ou Sac: Palavra
da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
O
sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas
palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
Espírito
de paz, coloca, em meu coração, as disposições adequadas para que eu viva a
comunhão com o Ressuscitado.
11. PROFISSÃO DE FÉ
Terminada
a homilia, seja feita, quando prescrita, uma das seguintes profissões de fé:
Pres: Professemos a nossa fé.
Ass: Creio em Deus Pai todo-poderoso,
criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos
se inclinam)
que
foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Virgem Maria,
(Todos
erguem-se)
padeceu
sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos
mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de
Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no
Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão
dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
12. ORAÇÃO DOS FIÉIS
Pres: Irmãs e irmãos: À semelhança da
primeira comunidade cristã, que orava num só coração e numa só alma, oremos nós
também pela Igreja e pelo mundo inteiro, dizendo uma só voz:
Ass: Pela ressurreição do vosso Filho, ouvi-nos, Senhor.
Leitor: Para que os fiéis da santa Igreja se
reúnam em cada Páscoa semanal, para escutar a Palavra, partir o pão e orar
juntos, oremos.
Leitor: Para que todos os novos batizados vençam a
prova a que é submetida a sua fé, mais preciosa do que o ouro perecível,
oremos.
Leitor: Para que todos os cristãos alcancem a graça
de acreditar sem terem visto e se encontrem no seu íntimo com Jesus,
oremos.
Leitor: Para que o Senhor Jesus ressuscitado dê a paz
e a alegria aos que andam tristes, aos pobres, aos infelizes e aos doentes,
oremos.
Pres: Senhor, nosso Deus e nosso Pai, abri o
coração dos vossos filhos ao grande dom de Jesus ressuscitado e dai-nos a graça
de O encontrar, cada domingo, na Palavra proclamada e na fracção do Pão. Ele
que vive e reina por todos os séculos dos séculos.
O
povo aclama:
Ass: Amém
LITURGIA EUCARÍSTICA
(Partilhar e Agradecer)
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os
ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.
13. CÂNTICO DAS
OFERENDAS
Bendito Sejas.
1. BENDITO SEJAS, Ó
REI DA GLÓRIA,
RESSUSCITADO SENHOR DA IGREJA!
AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS!
VÊ COM BONS OLHOS NOSSAS HUMILDES OFERTAS,
TUDO
QUE TEMOS, SEJA PRA TI, Ó SENHOR!
2. VIDAS SE ENCONTRAM NO ALTAR DE DEUS,
GENTE SE DOA, DOM QUE SE IMOLA.
AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS!
14. SOBRE AS OFERENDAS
No meio do altar e voltado para o
povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso
sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este
sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa
Igreja.
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
Pres: Acolhei, ó Deus, as oferendas do vosso
povo e dos que renasceram nesta Páscoa, para que, renovados pela profissão de
fé e pelo batismo, consigamos a eterna felicidade. Por Cristo, nosso Senhor.
ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
15. ORAÇÃO EUCARÍSTICA III
(Ou a escolha do Presidente – Missal,
p. 482 – Pf. 422.)
PREFÁCIO DA PÁSCOA I
41. No Tempo pascal. Na Vigília Pascal diz-se nesta noite;
no domingo e oitava de Páscoa, neste
dia; no Tempo Pascal, neste tempo.
Começando
a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo
as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O
sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O
sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é
nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, mas sobretudo
neste tempo em que Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Ele é o verdadeiro
Cordeiro, que tira o pecado do mundo. Morrendo, destruiu a morte, e,
ressurgindo, deu-nos a vida. Transbordando de alegria pascal, nós nos unimos
aos anjos e a todos os santos, para celebrar a vossa glória, cantando (dizendo) a
uma só voz:
Ao
final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do
universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
109. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, vós sois santo, ó Deus do universo, e
tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso
filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a
todas as coisas e não cessais de reunir o vosso povo, para que vos ofereça em
toda parte, do nascer ao pôr-do-sol, um sacrifício perfeito.
O
povo aclama:
Ass: Santificai e reuni o vosso povo!
110. Une as mãos e
as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres: Por isso, nós vos suplicamos: santificai pelo
Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para sempre consagradas,
une as mãos e traça o sinal da cruz
sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e
Senhor nosso,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor!
111. Nas fórmulas
que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível,
como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco
elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o pão, deu graças, e o partiu
e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada,
coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
112. Então
prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um
pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças
novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o
sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
113. Em seguida, diz:
Pres: EIS O MISTÉRIO DA FÉ!
O povo aclama:
Ass: ANUNCIAMOS, SENHOR, A VOSSA MORTE E
PROCLAMAMOS A VOSSA RESSURREIÇÃO. VINDE, SENHOR JESUS!
114. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando agora, ó Pai, a memória do
vosso Filho, da sua paixão que nos salva, da sua gloriosa ressurreição e da sua
ascensão ao céu, e enquanto esperamos a sua nova vinda, nós vos oferecemos em
ação de graças este sacrifício de vida e santidade.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta.
Olhai com bondade a oferenda da vossa
Igreja, reconhecei o sacrifício que nos reconcilia convosco e concedei que,
alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, sejamos repletos do
Espírito Santo e nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
O povo aclama:
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só
espírito!
1C: Que ele faça de nós uma oferenda perfeita para
alcançarmos a vida eterna com os vossos santos: a Virgem Maria, Mãe de Deus, os
vossos Apóstolos e Mártires, e todos os santos, que não cessam de
interceder por nós na vossa presença.
O povo aclama:
Ass: Fazei de nós uma perfeita oferenda!
2C: E agora, nós vos suplicamos, ó Pai, que este
sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro.
Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja, enquanto caminha neste mundo: o
vosso servo o papa Bento , o nosso bispo N.*, com os bispos do
mundo inteiro, o clero e todo o povo que conquistastes
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
* Aqui pode-se fazer a menção dos
Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução
Geral sobre o Missal Romano, n. 109.
Atendei às preces da vossa família, que
está aqui, na vossa presença. Reuni em vós, Pai de misericórdia, todos os
vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
O povo aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos
e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade.
Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: A todos saciai com vossa glória!
Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.
115. Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: POR CRISTO, COM CRISTO, EM CRISTO, A
VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA A HONRA E TODA
A GLÓRIA, AGORA E PARA SEMPRE.
Ass: Amém.
16. ORAÇÃO DO PAI NOSSO
125. Tendo colocado o cálice e a
patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa
vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí
hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem
ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
126. O sacerdote prossegue sozinho,
de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje
a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado
e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a
vinda de Cristo salvador.
O
sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a
glória para sempre!
17. ORAÇÃO DA PAZ
127. O sacerdote, de braços
abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos
Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos
pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a
paz e a unidade.
O
sacerdote une as mãos e conclui:
Vós,
que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O
povo responde:
Ass: Amém.
128.O sacerdote, estendendo e
unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O
povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
129. Em seguida, se for oportuno, o
diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: No Espírito de Cristo ressuscitado,
saudai-vos com um sinal de paz.
E todos, segundo o costume do lugar,
manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o
ministro.
18. FRAÇÃO DO PÃO
130. Em seguida, o sacerdote parte
o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em
silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo
e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se ou
recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o
pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
132. O sacerdote, de mãos unidas,
reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que
cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte
destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso
Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais
separar-me de vós.
133. O sacerdote faz genuflexão,
toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu
sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá
eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de
que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o
altar, reza em silêncio:
Que o Corpo
de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Corpo de Cristo.
Depois,
segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue
de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e,
mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de
Cristo.
O
que vai comungar responde:
Amém.
O
diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se
o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo,
inicia-se o canto da comunhão.
138. Terminada a comunhão, o
sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei,
Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta
dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
19. CÂNTICO DE
COMUNHÃO
CRISTO, NOSSA PÁSCOA, FOI IMOLADO,
ALELUIA!
GLÓRIA
A CRISTO, REI RESSUSCITADO, ALELUIA!
PÁSCOA SAGRADA! Ó FESTA DE LUZ!
PRECISAS DESPERTAR: CRISTO VAI TE ILUMINAR!
(REFRÃO)
PÁSCOA SAGRADA! Ó FESTA UNIVERSAL!
NO MUNDO RENOVADO É JESUS GLORIFICADO!
(REFRÃO)
PÁSCOA SAGRADA! VITÓRIA SEM IGUAL!
A CRUZ FOI EXALTADA, FOI A MORTE
DERROTADA!
20. ANTÍFONA DA COMUNHÃO
Estende
a tua mão, toca o lugar dos cravos e não sejas incrédulo, mas fiel, aleluia!
(Jo 20,27)
21. PÓS-COMUNHÃO
140.De pé, junto à cadeira ou ao
altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Pres: Concedei, ó
Deus onipotente, que conservemos em nossa vida o sacramento pascal que
recebemos. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao
terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
22.RITOS FINAIS
141. Se
necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
142. Segue-se o
rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono diz:
Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.
Pres: Deus, que pela ressurreição do seu
Filho único vos deu a graça da redenção e vos adotou como filhos e filhas, vos
conceda a alegria de sua bênção.
Ass: Amém.
Pres: Aquele que, por sua morte, vos deu a
eterna liberdade, vos conceda, por sua graça, a herança eterna.
Ass: Amém.
Pres: E, vivendo agora retamente, possais no
céu unir-vos a Deus, para o qual, pela fé, já ressuscitastes no batismo.
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo, dizendo:
Pres: Abençoe-vos o Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
Ass: Amém.
143. Depois, o
diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Levai a todos a alegria do Senhor
ressuscitado; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe, Aleluia, Aleluia.
O
povo responde:
Ass: Graças a Deus, Aleluia, Aleluia.
144. Então o
sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida
reverência, retira-se com os ministros.
145. Caso ocorra
ainda alguma ação litúrgica, omite-se o rito de despedida.
22. CÂNTICO FINAL
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!
1. Ó MORTE, ONDE ESTÁS, Ó MORTE?
QUEM ÉS TU Ó MORTE?
QUAL A TUA VITÓRIA?
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!
2. ALEGRIA, IRMÃOS ALEGRIA,
NÓS HOJE CANTAMOS:
O SENHOR RESSURGIU!
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!
3. COM CRISTO, NÓS RESSUSCITAMOS,
JUNTOS PROCLAMAMOS:
O SENHOR NOS SALVOU!
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!

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