OITAVA DA PÁSCOA
(Branco, Glória, Prefácio da Páscoa I Ofício
Próprio)
1. Reunido o povo, o
sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de
entrada.
CÂNTICO INICIAL
Por sua morte
(Jesus Ressuscitou)
POR
SUA MORTE, A MORTE VIU O FIM
DO SANGUE DERRAMADO A VIDA RENASCEU.
SEU PÉ FERIDO NOVA ESTRADA ABRIU
E NESTE HOMEM, O HOMEM ENFIM SE DESCOBRIU.
MEU CORAÇÃO ME DIZ: "O AMOR ME AMOU,
E
SE ENTREGOU POR MIM.” JESUS RESSUSCITOU.
PASSOU
A ESCURIDÃO, O SOL NASCEU,
A
VIDA TRIUNFOU: JESUS RESSUSCITOU.
JESUS ME AMOU E SE ENTREGOU POR MIM!
OS HOMENS TODOS PODEM O MESMO REPETIR.
NÃO TEMEREMOS MAIS A MORTE E A DOR,
O CORAÇÃO HUMANO EM CRISTO DESCANSOU.
ANTÍFONA
Vinde,
benditos de meu Pai: tomai posse do reino preparado para vós desde o princípio
do mundo, aleluia! (Mt 25,34)
SAUDAÇÃO INICIAL
Chegando ao altar e feita a devida
reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em
seguida, todos se dirigem às cadeiras. Terminado o canto de entrada, toda
a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito
Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
Pres: O
Deus da esperança que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação
do Espírito Santo, esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no
amor de Cristo.
ATO
PENITÊNCIAL
Pres: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o
Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de
aproximar-nos da mesa do Senhor.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte
fórmula:
QUERO
CONFESSAR A TI,
ILUMINA MINH´ALMA
EU RECONHEÇO: SOU PECADOR!
DIANTE DE MIM EU SEI
ESTÁ SEMPRE O MEU PECADO
FOI CONTRA VÓS
QUE EU PEQUEI
KYRIE ELEISON
CRISTIE
ELEISON
KYRIE
ELEISON (BIS)
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de
nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
O
povo responde:
Ass: Amém.
HINO DE LOUVOR
Quando
for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.
O
hino é prescrito aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma.
Recita-se nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais
solenes.
Ass: Glória
a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei
dos Céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos
adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças, por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de
Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que
tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do
Pai, tende piedade de nós. Só vós sois o Santo, só vós o Senhor, só vós o Altíssimo,
Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.
ORAÇÃO DA COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o
sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio por um
tempo.
Então, o sacerdote abrindo os braços
reza a oração conforme abaixo em Oração da Coleta:
Ó Deus, que nos alegrais todos os anos com a solenidade da
ressurreição do Senhor, concedei-nos, pelas festas que celebramos nesta vida,
chegar às eternas alegrias. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na
unidade do Espírito Santo.
ao
terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
Leitor: Leitura dos Atos
dos Apóstolos.
Naqueles dias, 1Pedro
e João subiram ao Templo para a oração das três horas da tarde. 2Então trouxeram um homem, coxo
de nascença, que costumavam colocar todos os dias na porta do Templo, chamada
Formosa, a fim de que pedisse esmolas aos que entravam.
3Quando viu Pedro e João entrando no
Templo, o homem pediu uma esmola. 4Os
dois olharam bem para ele e Pedro disse: “Olha para nós!” 5O homem fitou neles o
olhar, esperando receber alguma coisa. 6Pedro
então lhe disse: “Não tenho ouro nem prata, mas o que tenho eu te dou: em nome
de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda!”
7E pegando-lhe a mão direita, Pedro o
levantou. Na mesma hora, os pés e os tornozelos do homem ficaram firmes. 8Então ele deu um pulo, ficou
de pé e começou a andar. E entrou no Templo junto com Pedro e João, andando,
pulando e louvando a Deus.
9O povo todo viu o homem andando e
louvando a Deus. 10E
reconheceram que era ele o mesmo que pedia esmolas, sentado na porta Formosa do
Templo. E ficaram admirados e espantados com o que havia acontecido com ele.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL (Sl 104,4-9)
— Exulte o coração dos que buscam o
Senhor.
— Exulte o coração dos que
buscam o Senhor.
— Dai graças ao Senhor, gritai seu
nome, anunciai entre as nações seus grandes feitos! Cantai, entoai salmos para
ele, publicai todas as suas maravilhas!
— Gloriai-vos em seu nome que é santo,
exulte o coração que busca a Deus! Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai
constantemente a sua face!
— Descendentes de Abraão, seu servidor,
e filhos de Jacó, seu escolhido, ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, vigoram
suas leis em toda a terra.
— Ele sempre se recorda da Aliança,
promulgada a incontáveis gerações; da Aliança que ele fez com Abraão, e do seu
santo juramento a Isaac.
ACLAMAÇÃO
DO EVANGELHO
Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA
O NOSSO CORDEIRO PASCAL FOI IMOLADO,
CELEBREMOS POIS A FESTA NA SINCERIDADE E VERDADE.
Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso,
coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se
diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em
teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai
e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote,
inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o
coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
O diácono ou o sacerdote dirige-se ao
ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas,
e diz:
Diác ou Sac: O
Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou
o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e
no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus
Cristo, segundo Lucas.
Ass: Glória a vós, Senhor.
13Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos
discípulos de Jesus iam para um povoado chamado Emaús, distante onze
quilômetros de Jerusalém. 14Conversavam
sobre todas as coisas que tinham acontecido.
15Enquanto
conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com
eles. 16Os discípulos, porém, estavam como que
cegos, e não o reconheceram. 17Então
Jesus perguntou: “Que ides conversando pelo caminho?” Eles pararam, com o rosto
triste, 18e
um deles chamado Cléofas, lhe disse: “Tu és o único peregrino em Jerusalém que
não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?”
19Ele
perguntou: “Que foi?” Os discípulos responderam: “O que aconteceu com Jesus, o
Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras, diante de Deus e
diante de todo o povo. 20Nossos
sumos sacerdotes e nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o
crucificaram. 21Nós
esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz
três dias que todas essas coisas aconteceram! 22É
verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos deram um susto. Elas foram de
madrugada ao túmulo 23e
não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e
que estes afirmaram que Jesus está vivo. 24Alguns
dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham
dito. A ele, porém, ninguém o viu”.
25Então Jesus
lhes disse: “Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os
profetas falaram! 26Será
que o Cristo não devia sofrer tudo isso para entrar na sua glória?” 27E, começando por Moisés e passando
pelos Profetas, explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que
falavam a respeito dele.
28Quando
chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais
adiante. 29Eles,
porém, insistiram com Jesus, dizendo: “Fica conosco, pois já é tarde e a noite
vem chegando!” Jesus entrou para ficar com eles. 30Quando
se sentou à mesa com eles, tomou o pão, abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía.
31Nisso os
olhos dos discípulos se abriram e eles reconheceram Jesus. Jesus, porém,
desapareceu da frente deles. 32Então
um disse ao outro: “Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava
pelo caminho, e nos explicava as Escrituras?” 33Naquela
mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém onde encontraram os
Onze reunidos com os outros. 34E
estes confirmaram: “Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!” 35Então os dois contaram o que tinha
acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o
sacerdote diz:
Diác
ou Sac: Palavra
da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
O
sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas
palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
OFERTÓRIO
Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os
ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.
CÂNTICO DAS
OFERENDAS
Bendito Sejas.
1. BENDITO SEJAS, Ó REI DA GLÓRIA,
RESSUSCITADO SENHOR DA IGREJA!
AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS!
VÊ COM
BONS OLHOS NOSSAS HUMILDES OFERTAS,
TUDO QUE TEMOS, SEJA PRA
TI, Ó SENHOR!
2. VIDAS SE ENCONTRAM NO ALTAR DE DEUS,
GENTE SE DOA, DOM QUE SE IMOLA.
AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS!
3. MAIOR MOTIVO DE OFERENDA, POIS,
O SENHOR RESSUSCITOU,
PARA QUE TODOS TIVESSEM VIDA.
4. IRMÃOS DA TERRA, IRMÃOS DO CÉU,
JUNTOS CANTEMOS GLÓRIA AO SENHOR.
AQUI TRAZEMOS AS NOSSAS OFERTAS!
18. Convém
que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a
celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos
pobres.
19. O
sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar,
reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do
universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho
humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o
sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a
aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
20. O
diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em
silêncio.
Pelo mistério desta água e deste vinho
possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa
humanidade.
21. Em
seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza
em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do
universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do
trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho
da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.
Se não houver
canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e
o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
22. O
sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos,
Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que
vos agrade, Senhor, nosso Deus.
23. Se
for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro
incensa o sacerdote e o povo.
24. O
sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e
purificai-me de meus pecados.
25. No
meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote
diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso
sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este
sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa
Igreja.
26. Em
seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Acolhei, ó Deus, este
sacrifício da redenção humana, para que ele nos reconcilie convosco e nos
conceda salvação nesta vida e na outra. Por Cristo, nosso Senhor. ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.
PREFÁCIO DA PÁSCOA I
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote
prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos,
acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos,
continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é
nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, mas sobretudo
neste dia em que Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Ele é o verdadeiro
Cordeiro, que tira o pecado do mundo. Morrendo, destruiu a morte, e,
ressurgindo, deu-nos a vida. Transbordando de alegria pascal, nós nos unimos
aos anjos e a todos os santos, para celebrar a vossa glória, dizendo a uma
só voz:
Ao final, une as mãos e, com o povo,
canta ou diz em voz alta:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do
universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas!
Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
102. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e
fonte de toda santidade.
103. Une as mãos e as estende sobre as oferendas,
dizendo:
Santificai,
pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz
sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a
fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e
Senhor nosso.
O povo aclama:
Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.
O sacerdote une as mãos.
104. Nas fórmulas que se seguem, as palavras do
Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando
livremente a paixão,
toma o pão, mantendo-o um pouco
elevado sobre o altar, e prossegue:
ele
tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada,
coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.
105. Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um
pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele
tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o
sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.
106. Em seguida, diz:
Pres: EIS O MISTÉRIO DA FÉ!
O povo aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e
proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
107. O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição
do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da
salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa
presença e vos servir.
O povo aclama:
Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e
Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz
presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa N., com o nosso bispo N.* e todos os ministros do vosso povo.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
*
Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem
indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.
________________________________________________
Nas missas pelos fiéis defuntos pode-se acrescentar:
1C: Lembrai-vos do vosso filho (da vossa filha) N., que (hoje) chamastes deste mundo à vossa presença.
Concedei-lhe que, tendo participado da morte de Cristo pelo batismo, participe
igualmente de sua ressurreição.
Ass: Concedei-lhe contemplar a vossa face!
________________________________________________
2C: Lembrai-vos também dos nossos (outros) irmãos e irmãs que morreram na esperança da
ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós
na luz da vossa face.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós
e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os
santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos
louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!
108. Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso,
na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para
sempre.
Ass: Amém!
RITO DE COMUNHÃO
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o
sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes
à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer.
O
sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus,
santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa
vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos
daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem
nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O
sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males,
ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos
sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a
esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O
sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a
glória para sempre!
O
sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes
aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os
nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso
desejo, a paz e a unidade.
O
sacerdote une as mãos e conclui:
Vós,
que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O
povo responde:
Ass: Amém.
O
sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre
convosco.
O
povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em
seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou
outras semelhantes:
Diác: No
Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E todos, segundo o costume do lugar,
manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o
ministro.
CORDEIRO DE DEUS
Em
seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço
no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do
Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a
vida eterna.
Enquanto
isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o
pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro
de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas
palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga.
Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
O
sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do
Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela
vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal;
pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e
jamais separar-me de vós.
O
sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz
alta, voltado para o povo:
O Cristo, nossa Páscoa, foi imolado;
celebremos a festa com pão sem fermento, o pão da retidão e da verdade,
aleluia!
Eis
o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E
acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de
que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
Enquanto
o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
O
sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que
o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Corpo de Cristo.
Depois,
segura o cálice e reza em silêncio:
Que
o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga
o Sangue de Cristo.
Toma
a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão
comungar e diz a cada um:
O
Corpo de Cristo.
O
que vai comungar responde:
Amém.
O
diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Terminada
a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto
se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei,
Senhor,que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta
dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
O
sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio
ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
CÂNTICO DE COMUNHÃO
CRISTO, NOSSA PÁSCOA, FOI IMOLADO,
ALELUIA!
GLÓRIA A CRISTO, REI
RESSUSCITADO, ALELUIA!
PÁSCOA SAGRADA! Ó FESTA DE LUZ!
PRECISAS DESPERTAR: CRISTO VAI TE
ILUMINAR!
(REFRÃO)
PÁSCOA SAGRADA! Ó FESTA UNIVERSAL!
NO MUNDO RENOVADO É JESUS GLORIFICADO!
(REFRÃO)
PÁSCOA SAGRADA! VITÓRIA SEM IGUAL!
A CRUZ FOI EXALTADA, FOI A MORTE
DERROTADA!
(REFRÃO)
PÁSCOA SAGRADA! Ó NOITE BATISMAL!
DE TUAS ÁGUAS PURAS NASCEM NOVAS
CRIATURAS!
(REFRÃO)
PÁSCOA SAGRADA! BANQUETE DO SENHOR!
FELIZ A QUEM É DADO SER ÀS NÚPCIAS
CONVIDADO!
(REFRÃO)
ORAÇÃO PÓS DA COMUNHÃO
55. De pé, junto à cadeira ou ao
altar, o sacerdote diz:
Pres: Oremos.
E
todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram.
Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Purificados da antiga
culpa, nós vos pedimos, ó Deus, que a comunhão no sacramento do vosso Filho nos
transforme em nova criatura. Por Cristo, nosso Senhor.
O
povo aclama:
Ass: Amém.
Se
for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.
Segue-se
o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O
povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O
sacerdote ou diácono diz:
7. Tempo pascal
Pres: Deus, que pela ressurreição do seu
Filho único vos deu a graça da redenção e vos adotou como filhos e filhas, vos
conceda a alegria de sua bênção.
Ass: Amém.
Pres: Aquele que, por sua morte, vos deu a
eterna liberdade, vos conceda, por sua graça, a herança eterna.
Ass: Amém.
Pres: E, vivendo agora retamente, possais no
céu unir-vos a Deus, para o qual, pela fé, já ressuscitastes no batismo.
Ass: Amém.
O
sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e
Filho + e
Espírito Santo.
O
povo responde:
Ass: Amém.
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao
povo, unindo as mãos:
Pres
ou Diác: A alegria do Senhor seja a
vossa força; ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.
Aleluia,
Aleluia!
O povo responde:
Ass: Graças a Deus Aleluia, Aleluia!
Então o sacerdote beija o altar em
sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os
ministros.
Caso ocorra ainda alguma ação
litúrgica, omite-se o rito de despedida.
CÂNTICO FINAL
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!
1. Ó MORTE, ONDE ESTÁS, Ó MORTE?
QUEM ÉS TU Ó MORTE?
QUAL A TUA VITÓRIA?
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!
2. ALEGRIA, IRMÃOS ALEGRIA,
NÓS HOJE CANTAMOS:
O SENHOR RESSURGIU!
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!
3. COM CRISTO, NÓS RESSUSCITAMOS,
JUNTOS PROCLAMAMOS:
O SENHOR NOS SALVOU!
RESSUSCITOU, RESSUSCITOU,
RESSUSCITOU! ALELUIA!

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