LIVRETO - NOSSA SENHORA DO CARMO

(Branco, Glória, Prefácio de Maria - Ofício da Festa)

 

RITOS INICIAIS

 

 Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.

 

CANTO DE ENTRADA 

ALEGRES VAMOS À CASA DO PAI; 
E NA ALEGRIA CANTAR SEU LOUVOR!
EM SUA CASA, SOMOS FELIZES: 
PARTICIPAMOS DA CEIA DO AMOR.


1. A ALEGRIA NOS VEM DO SENHOR. 
SEU AMOR NOS CONDUZ PELA MÃO.
ELE É LUZ QUE ILUMINA O SEU POVO. 
COM SEGURANÇA LHE DÁ A SALVAÇÃO!

2. O SENHOR NOS CONCEDE OS SEUS BENS 
NOS CONVIDA À SUA MESA SENTAR.
E PARTILHA CONOSCO O SEU PÃO. 
SOMOS IRMÃOS AO REDOR DESTE ALTAR.

SAUDAÇÃO


 Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:

Pres: 
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Ass: Amém.

O sacerdote, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o povo.

Pres:O Senhor que encaminha nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo, esteja convosco. 

Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.

 

ATO PENITENCIAL

 

Segue-se o Ato Penitencial. O sacerdote convida os fiéis à penitência.

Pres: De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo, para que tenha piedade de nós, pecadores.

Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:

 

Pres: Senhor, que viestes salvar os corações arrependidos, tende piedade de nós.

Ass:KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON!

Pres: Cristo, que viestes chamar os pecadores, tende piedade de nós.

Ass: CHRISTE ELEISON, ELEISON, ELEISON!

Pres: Senhor, que intercedeis por nós junto do Pai, tende piedade de nós.

Ass: KYRIE ELEISON, ELEISON, ELEISON!

 

 Segue-se a absolvição:

Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

Ass: Amém.

 

HINO DE LOUVOR

 

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.

 

GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS,
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS POR ELE AMADOS.(BIS)

SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO:
NÓS VOS LOUVAMOS, VOS BENDIZEMOS,
VOS ADORAMOS, VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.

SENHOR JESUS CRISTO,
FILHO UNIGÊNITO
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS,
FILHO DE DEUS PAI.

VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA
VÓS, QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS

SÓ VÓS SOIS O SANTO,
SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO JESUS CRISTO
COM O ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI.


AMÉM! AMÉM! 
AMÉM! AMÉM! AMÉM!

ORAÇÃO DO DIA

 Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:

Pres: Oremos.

E todos oram em silêncio por um tempo.

Então, o sacerdote abrindo os braços reza a oração conforme abaixo em Oração da Coleta.

Venha, ó Deus, em nosso auxílio a gloriosa intercessão de Nossa Senhora do Carmo para que possamos, sob sua proteção, subir ao monte que é Cristo. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo.

Ass: Amém.

 

 

LITURGIA DA PALAVRA

 

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

 

Leitura (Zacarias 2,14-17)

Leitura da profecia de Zacarias.
14 “Solta gritos de alegria, regozija-te, filha de Sião. Eis que venho residir no meio de ti - oráculo do Senhor.
15 Naquele dia se achegarão muitas nações ao Senhor, e se tornarão o meu povo: habitarei no meio de ti, e saberás que fui enviado a ti pelo Senhor dos exércitos.
16 O Senhor possuirá Judá como seu domínio, e Jerusalém será de novo (sua cidade) escolhida.
17 Toda criatura esteja em silêncio diante do Senhor: ei-lo que surge de sua santa morada”..

Leitor: Palavra do Senhor.

Ass: Graças a Deus.

 

SALMO RESPONSORIAL

 

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

— O Poderoso fez por mim maravilhas, e Santo é o seu nome.

— O Poderoso fez por mim maravilhas, e Santo é o seu nome.

— A minh’alma engrandece ao Senhor, e se alegrou o meu espírito em Deus, meu Salvador.

— Pois, ele viu a pequenez de sua serva, desde agora as gerações hão de chamar-me de bendita. O Poderoso fez por mim maravilhas e santo é o seu nome!

— Seu amor, de geração em geração, chega a todos os que o respeitam. Demonstrou o poder de seu braço, dispersou os orgulhosos.

— Derrubou os poderosos de seus tronos e os humildes exaltou. De bens saciou os famintos e despediu, sem nada, os ricos.

— Acolheu Israel, seu servidor, fiel ao seu amor, como havia prometido aos nossos pais, em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

 

 

Segue-se o Aleluia ou outro canto.

Aleluia, Aleluia, Aleluia, Aleluia
Aleluia, Aleluia, Aleluia, Aleluia

Alguém do povo exclama: Como é grande, ó Senhor!
Quem Te gerou e alimentou
Jesus responde: Ó mulher pra mim é feliz
Quem soube ouvir a voz de Deus e tudo guardou!

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:

Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:

Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:

Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;

Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

 

EVANGELHO

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac:
 O Senhor esteja convosco.

Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

Ass:Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 46enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. 47Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. 48Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” 49E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. 50Pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”.

Diác ou Sac: Palavra da Salvação.

Ass: Glória a vós, Senhor.

 

 

HOMILIA

 

 

OFERTÓRIO

 Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho , o cálice e o missal.

 

A MESA SANTA QUE PREPARAMOS,
MÃOS QUE SE ELEVAM A TI, Ó SENHOR
O PÃO E O VINHO, FRUTOS DA TERRA,
DURO TRABALHO, CARINHO E AMOR.

Ô, Ô, Ô, RECEBE SENHOR
Ô, Ô RECEBE SENHOR (BIS)

FLORES, ESPINHOS, DOR E ALEGRIA,
PAIS, MÃES E FILHOS DIANTE DO ALTAR.
A NOSSA OFERTA EM NOVA FESTA,
A NOSSA DOR, VEM SENHOR TRANSFORMAR

(REFRÃO)

A VIDA NOVA, NOVA FAMÍLIA,
QUE CELEBRAMOS AQUI TEM LUGAR.
TUA BONDADE VEM COM FARTURA
É SÓ SABER REUNIR, PARTILHAR

(REFRÃO)

 


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

 

 No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

 

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas; ao terminar, o povo aclama:

 

Pres: Socorra-nos, ó Pai, a humanidade do vosso Filho, que, ao nascer da virgem mãe, não diminuiu, mas consagrou a sua integridade. E fazei que ele, apagando os nossos pecados, vos torne agradáveis nossas oferendas. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass: Amém.

Prefácio da Virgem Maria II

A Igreja, com as palavras de Maria, entoa louvores a Deus

 

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:

Pres: O Senhor esteja convosco.

Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:

Pres: Corações ao alto.

Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:

Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.

 

Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, proclamando as vossas maravilhas na perfeição de todos os santos. Celebrando a memória da virgem Maria, proclamamos ainda mais a vossa bondade, inspirando-nos no mesmo hino que ela cantou em vosso louvor. Na verdade, fizestes grandes coisas por toda a terra e estendestes a vossa misericórdia a todas as gerações, quando, olhando a humildade de vossa serva, nos destes, por ela, o salvador da humanidade, vosso Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, a multidão dos anjos e dos santos se alegra eternamente na vossa presença, cantando (dizendo) a uma só voz...

Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória.
Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

 

Oração Eucarística II

O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.

 

 Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:

Santificai, pois, estas oferendas, derramando sobre elas o vosso Espírito,

     une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:

a fim de que se tornem para nós o Corpo e + o Sangue de Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso.

     O povo aclama:

Ass: Santificai nossa oferenda, ó Senhor.

     O sacerdote une as mãos.

 

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.

Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,

     toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:

ele tomou o pão, deu graças, e o partiu e deu a seus discípulos.

     Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

 

Então prossegue:

Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,

     toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:

ele tomou o cálice em suas mãos, deu graças novamente, e o deu a seus discípulos.

     Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal, e faz a genuflexão para adorá-lo.

 

Em seguida, diz:

Pres: Eis o mistério da fé!

     O povo aclama:

Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

 

 O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres: Celebrando, pois, a memória da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o pão da vida e o cálice da salvação; e vos agradecemos por que nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

     O povo aclama:

Ass: Recebei, ó Senhor, a nossa oferta!

 

Pres: E nós vos suplicamos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

Ass: Fazei de nós um só corpo e um só espírito!

 

1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro: que ela cresça na caridade com o papa JOÃO PAULOVI, com o nosso bispo N.* e todos os ministros do vosso povo.

Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

 

* Aqui pode-se fazer a menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n.109.

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     Nas missas pelos fiéis defuntos pode-se acrescentar:

1C: Lembrai-vos do vosso filho (da vossa filha) N., que (hoje) chamastes deste mundo à vossa presença. Concedei-lhe que, tendo participado da morte de Cristo pelo batismo, participe igualmente de sua ressurreição.

Ass: Concedei-lhe contemplar a vossa face!

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2C: Lembrai-vos também dos nossos (outros) irmãos e irmãs que morreram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida: acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

 

3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a virgem Maria, mãe de Deus, com os santos apóstolos e todos os que neste mundo vos serviram, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.

Ass: Concedei-nos o convívio dos eleitos!

 

Ergue o cálice e a patena com hóstia, dizendo:

Pres: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, agora e para sempre.

Ass: Amém!

 

 

RITO DA COMUNHÃO

 

 Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:

Pres: Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:

Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

 

 O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:

Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.

O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:

Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

 

 O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:

Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.

O sacerdote une as mãos e conclui:

Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

O povo responde:

AssAmém.

 

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:

Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

O povo responde:

Ass: O amor de Cristo nos uniu.

 

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

 

 O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

Ou: 

Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

 

 O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:

Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.

E acrescenta, com o povo, uma só vez:

Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO

 

 O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:

Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.

Comunga o Corpo de Cristo.

Depois, segura o cálice e reza em silêncio:

Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.

 

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:

O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

Amém.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

 

CANTO DE COMUNHÃO

 

A primeira que comungou foi a Virgem Maria
A primeira que recebeu Jesus no coração
A primeira que anunciou foi a Virgem Maria
E gerou na fé o profeta que de Isabel nasceu

Foi por ela que aconteceu a primeira adoração
E quando os magos a encontraram
Houve a primeira grande exposição

Mãe capela do Santíssimo sacrário do amor
Expõe para nós teu filho
Expõe para nós teu filho
Mãe capela do Santíssimo morada do Senhor
Expõe para nós teu filho
Expõe para nós teu filho
Primeiro ostensório do Senhor

 O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

 

ORAÇÃO PÓS COMUNHÃO

                                                                                                                            

 De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:

Pres: Oremos.

E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração ''Depois da comunhão''.

Recebemos, ó Deus, o sacramento celeste, alegrando-nos nesta festa da virgem Maria. Concedei-nos a graça de imitá-la, servindo ao mistério da nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.

Ass: Amém.

 

“Ó Virgem Maria!
Senhora do Carmo, Mãe da Misericórdia;
A Ti rogamos graças junto a Nosso Senhor Jesus Cristo!
Mãe do Carmo, Senhora Nossa,
Que nos recebe como filhos e filhas muito amados,
Que nos ensina a Oração do Coração,
Assim contemplamos Vosso Filho Jesus;
Mãe Piedosa,
Ensina-nos a calarmos nas dificuldades
Para ouvirmos vossos 
ensinamentos;
Ensina-nos o acolhimento ao próximo,
Ajudai-nos a sermos perseverantes nos trabalhos da Santa Igreja;
Pedimos vossa maternal intercessão junto a Jesus Cristo Nosso Senhor,
Para sermos seus instrumentos na Evangelização de um mundo melhor;
Pedimos vossa benção Mãe Senhora Nossa,
Agora e sempre.
Amém!”

RITOS FINAIS

 

Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:

Bênção Solene - Nossa Senhora

Segue-se o rito de despedida. O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:

Pres: O Senhor esteja convosco.

O povo responde:

Ass: Ele está no meio de nós.

 

O sacerdote ou diácono diz:

Sac ou Diác: Inclinai-vos para receber a bênção.

Nossa Senhora
Pres:
 O Deus de bondade, que pelo Filho da Virgem Maria quis salvar a todos, vos enriqueça com sua bênção.
Ass: Amém.

Pres: Seja-vos dado sentir sempre e por toda parte a proteção da Virgem, por quem recebestes o autor da vida.
Ass: Amém.

Pres: E vós, que vos reunistes hoje para celebrar sua solenidade, possais colhe a alegria espiritual e o prêmio eterno.
Ass: Amém.

O sacerdote abençoa o povo dizendo:

Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.

O povo responde: 

Ass: Amém.

 

Pres ou Diác: Em nome do Senhor, ide em paz e que o Senhor vos acompanhe.

O povo responde:

Ass: Graças a Deus.

 

CANTO FINAL

Imaculada, Maria de Deus
Coração pobre acolhendo Jesus
Imaculada, Maria do povo
Mãe dos aflitos que estão junto à cruz

Um coração que era sim para a vida
Um coração que era sim para o irmão
Um coração que era sim para Deus
Reino de Deus renovando este chão

Imaculada, Maria de Deus
Coração pobre acolhendo Jesus
Imaculada, Maria do povo
Mãe dos aflitos que estão junto à cruz

 FOLHETOS SÃO FRANCISCO